29/06/2025
A expedição aparelha iminente partida, dentro, dentre homens a transbordar em tropel, fervilha o gume da entrega inconteste, de encadeamentos propositados e bem dispostos no mundo, mesmo quando força violenta os parte prostrados no chão. Ponto de seu encontro a partir de espaço ignorado onde se esparramam outeiros; a encenação entusiasmada de jogo sendo a fantasia possível, pois a um só tempo alça por sobre a cabeça todo o amplo espaço e provê chão não obstante o contínuo erodir terreno sob os pés. E assim, a expedição acaba por ultrapassar margens, escarpados, remexe o pó da terra, projeta no espaço aberto gestos estrepitosos. E o sonho que resta é sentir o que se viveu nessas paragens. Parte, segue por linhas ora tortuosas, mesmo íngremes sublinhando triunfos, ora repassadas de emboscadas e cicatrizes, sobe, roda.
Céu inquieto em meio a nuvens bruxuleantes, fantasmas terríveis, e então larga faixa de sombra recai sobre cantos e ruas, onde há silêncio, apenas rumores vagos de gente piscam, cães e gatos. O recolhimento decidido, enrolado tepidamente em consolação ou esperança — redenção? Ou simplesmente em desfalecimento qualquer.